Errol Morris questiona versões oficiais e revela possíveis ligações com a CIA em novo documentário sobre o infame caso de 1969
O diretor Errol Morris apresenta 'CHAOS: Os Assassinatos de Manson', um mergulho profundo e questionador nos eventos que chocaram os Estados Unidos em 1969. O documentário, com estreia marcada para 7 de março, promete desafiar as versões oficiais dos assassinatos da família Manson, explorando teorias e conexões obscuras que envolvem a CIA, o LSD e figuras como Jack Ruby e Vincent Bugliosi.
Baseado no livro 'CHAOS: Charles Manson, a CIA e a História Secreta dos Anos Sessenta', de Tom O'Neill e Dan Piepenbring, o filme busca desvendar os motivos ocultos por trás dos crimes, apresentando entrevistas inéditas, imagens de arquivo impactantes e a perturbadora música de Charles Manson.
Morris convida o público a questionar o papel de instituições poderosas e figuras conhecidas, explorando as complexas correntes culturais e políticas da época. O diretor busca responder a uma pergunta central: como Manson conseguiu convencer seus seguidores a cometerem atos tão brutais?
"Eu me vi preso em várias histórias diferentes de crimes reais, e os assassinatos de Manson são peculiares", afirma Morris ao Tudum, site da Netflix. "Você poderia encapsular o mistério em apenas uma pergunta: como é que Manson conseguiu convencer as pessoas ao seu redor de que matar era aceitável?".
O documentário promete ser uma análise provocativa e perturbadora de um dos casos criminais mais infames da história dos Estados Unidos. O documentário estreia em 7 de março, e o trailer já está disponível para o público.